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A Embracing Carers® criou o material “Bem-estar do cuidador na pandemia – Brasil” para determinar os impactos atuais e que permanecerão da COVID-19 sobre os cuidadores não remunerados, incluindo o impacto sobre o bem-estar econômico, físico e psicológico.

Embora os cuidadores não tenham sido os únicos a vivenciar 2020 como um período extremamente dramático e instável, eles enfrentaram pressões, tarefas, desafios e um comprometimento de tempo únicos, muitas vezes negligenciados pela sociedade. Eles precisam agora seguir modelos de prestação de cuidados que mudam rapidamente, aprender novos recursos de telemedicina e tecnologia, oferecer apoio emocional independentemente das próprias necessidades emocionais e lidar com o aumento das responsabilidades em casa, tudo de uma vez só.

Em meio a essas responsabilidades crescentes, muitos cuidadores sacrificam a própria saúde e bem-estar em nome das pessoas que amam. Eles sofrem com o isolamento emocional. Os conflitos financeiros os atingem duramente à medida que o desemprego aumenta e os salários se encontram ameaçados. Muitos não têm tempo para cuidar da própria saúde física e emocional. Existem desafios ainda maiores  se considerarmos cuidadores do sexo feminino, cuidadoras jovens, de meia-idade e idosas, que se deparam com a desigualdade.

No Brasil, os cuidadores estão se sentindo particularmente exaustos. Devido à pandemia, o cuidador brasileiro passou 25,21 horas por semana prestando cuidados – quase duas horas a mais por semana do que a média global. As principais responsabilidades dos cuidadores brasileiros incluem oferecer apoio emocional e gerenciar consultas médicas das pessoas sob seus cuidados. Os cuidadores no Brasil dependem cada vez mais da tecnologia para obter apoio, mas não recebem orientação e treinamento adicionais para auxiliá-los.

Ao observar com mais atenção como a pandemia afetou o mundo, os cuidadores têm enfrentado desafios sem precedentes: eles são subestimados, não são ouvidos e estão lutando com todas as forças.

Agora, mais do que nunca, os governos, as entidades públicas, o setor privado e todos os cidadãos têm uma função de trabalhar para a resolução desse problema. Os cuidadores não deveriam enfrentar essas dificuldades e desigualdades sozinhos. Eles estão se sacrificando por nós, um a um. Como sociedade, podemos ajudá-los, juntos.

 

Veja aqui os resultados do estudo no Brasil